segunda-feira, 4 de maio de 2009

Uma história

Você sabe de cór o seu valor, no entanto, por quê o questiona?
Fazendo pirraça como criança... sentindo-se ofendida por pouco.
Aonde foram parar as borboletas do seu estômago, que voavam por seu corpo quando este, eu tocava?
Aonde foram parar os sorrisos lançados soltos no ar?
Aonde foi parar o amor? Aonde foi parar a gente?
Nunca te pedi nada e nunca esperei nada... de fato.
Porque sei que assim como as borboletas, tu és um ser livre, que se em clausura, morre.
Nunca te obriguei a me amar... fizeste isso de bom grado.
Um amor egoísta em vários pontos, preso em uma teoria absurda e totalmente sem nexo.
No entanto, mesmo assim... um amor.
Você sabe de cór o seu valor, no entanto, porque duvida do que meus olhos dizem?
Nunca neguei meu sentimento, tão surrado e maltratado diversas vezes, mas mesmo assim, perene frente às adversidades óbvias de tudo.
Não, desculpe, não sei mesmo porque se chateia com certas coisas, visto que eu minha cara, nunca tive o direito de me chatear.
Aonde foram parar os sorrisos lançados soltos no ar?
Ficaram perdidos em uma história linda e trágica. Em uma história intensa e verdadeira.
Ficaram perdidos em uma história, nossa.

Um comentário:

  1. sinto o final de uma história, pelo jeito uma ótima história.
    quando muitas coisas se perdem, talvez seja sinal pra encerrar o capítulo e começar outro novo em folha.

    só toma cuidado pra não quebrar a ponta do lápis escrevendo o livro. :)
    e não esquece de q não dá pra passar a borracha.

    abraço, meu vocal.

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